sexta-feira, 8 de maio de 2009

"RAFAEL" / 24



Precipitámo-nos no barco para erguer a moribunda do seu leito de espuma, e levá-la para além dos rochedos. Pus-lhe a mão sobre o coração como a teria colocado sobre um globo de mármore, aproximei o meu ouvido dos lábios como o aproximaria da boca de uma criança adormecida. O coração batia irregularmente, mas com força: a respiração era sensível e quente; compreendi que se tratava apenas de um longo desmaio, em consequência do terror e do frio da água. ( continua )

5 comentários:

NELA disse...

Muito bonito este documentário...uma escrita romântica e clássica que sabe sempre bem. Espero que a doente se recupere rapidinho! O escritor que pense nisso. Sabe sempre bem para quem lê, um final feliz.....

Angela Ladeiro disse...

Tenho medo dos barcos, desde que um dia em alto, ao largo de Olhão as ondas cresceram para mais de 2 metros. De um passeio romântico passamos a momentos de terror...Agora só me apanham em navios que levem mais de 2000 pessoas...grandinhos!

Estrella Altair disse...

Ola, gosto do mar.. mas dos barcos.. nao... por que mareo-me... muito..

Gostei do relato.. interessante conhocer como termina...
Um beijo

Estrella Altair disse...

Olá so pasei para dizerte bom día e beijinhos..

Silvana Nunes .'. disse...

Lindo.
FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER... deseja um bom dia.
Saudações Florestais !

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